Conferencias

Dra. Haydée Pizarro. 
Investigadora CONICET. Prof. Adjunta. Ecología y Desarrollo (FCEN-UBA)
Argentina

Título: Consecuencias ambientales de la agricultura industrial: impacto del glifosato en el agua dulce
 

Resumen: Las prácticas agrícolas que se están realizando mayoritariamente en todo el mundo se basan en la agricultura industrial que utiliza gran cantidad de agroquímicos como el herbicida glifosato. A través de estudios realizados en mesocosmos al aire libre a escala ecosistémica, se demuestra que el herbicida afecta a las comunidades microbianas y deteriora la calidad del agua. además, cuando este agente se encuentra en el agua con el molusco invasor Limnoperna fortunei genera aún mayores alteraciones debido a su interacción sinérgica. 


Dr. Carlos Roberto da Silva Machado
Prof. Políticas Públicas de la Educación. Coordinador Programa de Posgrado en Educación Ambiental (FURG)
Brasil

Conflitos socioambientais, injustiça e educação ambiental:

desafios no sul de Brasil

Prof. Dr. Carlos RS Machado1

Coordenador do PPGEA/FURG

e Observatório dos conflitos do extremo Sul do Brasil

O mapeamento dos conflitos sócio-ambientais no extremo sul do Brasil e no Este do Uruguai nos levaram a identificar a existência de desigualdades e injustiça ambiental em ambas as regiões. Isso corroborou nossa hipótese de pesquisa (CNPq, 2014-2017) da existência de desigual apropriação das terras/territórios e resíduos de significação diferente por parte do diferentes atores/grupos, de um lado; mas, de outro, na parte brasileira, também a desigual apropriação da riqueza produzida pelos diferentes segmentos da sociedade, privilegiando os 10% mais ricos; e de que os espaços de poder (prefeituras, governos estaduais, Universidades, igrejas e outros tenderam a gerir as políticas públicas em conformidade aos interesses da empresas e do mercado. Deste contexto, e pressupostos teórico-conceituais as conseqüências: os conflitos nos mostraram que há interesses, e até de projetos diferentes, e, portanto, não pode existir apenas UMA educação ambiental, mas diversas em disputa; que o conflito possibilita uma ruptura desta narrativa do único e do totalitarismo empresarial e mercadológico, o qual se utiliza de expressões com paz, harmonia, equilíbrio ambiental, sustentabilidade, etc. em contradição com àquela; e de que, educação ambiental tradicional (defesa dos animais, reciclagem do lixo, proteção e conservação da natureza, etc.) sem sua relação com a desigualdade ambiental e social deve ser problematizada em seu conluio indireto com tal situação e com àqueles que visam apenas o lucro e a riqueza individual. Mostraremos tais contradições com pesquisas que realizamos no extremo sul do Brasil, e as possibilidades de uma educação ambiental para a justiça ambiental, portanto, posicionada ao lado, com e desde os impactados negativamente pelos projetos e empreendimentos empresariais e públicos; mas também dos limites da educação ambiental se não pensada e praticada considerando no local e no cotidiano o contexto da exploração dos trabalhadores e dos demais seres vivos, da natureza (terras, águas, ar, minérios, etc.) e, portanto, do próprio futuro humano e do planeta devido ao lucro imediato e de poucos, tanto no Brasil como no Uruguay.

1 Professor de políticas públicas da educação, coordenador do programa de pós-graduação em educação ambiental e do Observatório dos conflitos sócio-ambiental do extremo sul do Brasil, e organizador de livros e de artigos científicos recentes como: Revista Educação e ambiente/FURG (2016 (1), dossiê de Fundamentos da EA, in: https://www.seer.furg.br/ambeduc) e revista NORUS/UFPel (https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/NORUS, Dossiê Henri Lefebvre, 2016, v.6). Pesquisador do CNPq (Universal 2014-2017): contato: carlosmachado2004furg@gmail.com


Eduardo Gudynas

Centro Latino Americano de Ecología Social (CLAES), Uruguay.

Profesor Arne Naess en ambiente y justicia global 2016, Universidad de Oslo.

Investigador asociados, Dpt Antropología, Universidad de California, EE UU.

Título: "Otras escalas, otros tiempos, otros valores. La frontera de la nueva conservación de biodiversidad ante los viejos desarrollos."